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 Exposição de Fotografia

O Património da Covilhã - Um Outro Olhar

de Manuel Ferreira Rodrigues (Universidade de Aveiro)

 

Entre 6 de abril e 11 de setembro, está patente ao público a Exposição de Fotografia Documental O Património da Covilhã - Um Outro Olhar, de Manuel Ferreira Rodrigues (Universidade de Aveiro). A Mostra integra-se no Programa do V Encontro «Indústria, História e Património» (6-8 de Abril).

Trata-se de um conjunto de trinta fotografias, a preto e branco e a cores, que retratam o "olhar" de Manuel Ferreira Rodrigues perante o rico e singular património edificado da Covilhã, evidenciando o património industrial implantado junto às duas ribeiras, a sul e a norte da cidade, e no centro histórico. Também se pode apreciar no centro a antiga judiaria e vislumbrar os testemunhos medievais e quinhentistas ainda patentes nas suas velhas e sinuosas ruelas. Ao longo deste trajeto em imagens, tropeça-se na arte urbana do Wool que tem por mote o passado industrial da Covilhã, Cidade Fábrica.

Saiba + sobre Manuel Ferreira Rodrigues

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Datas
De 6 de abril a 11 de setembro de 2022

Horário
De terça a domingo, das 10h-13h e das 14h30-18h

Acesso
Entrada livre e gratuita


Desconstrução e Surrealismo Deconstruction and Surrealism

Exposição de Esculturas e Fotografias de Exhibition of Sculptures and Photographs of

Beata Kotecka

Universidade A. Mickiewicz, Polónia (Mobilidade Erasmus na UBI)

 

De 1 de abril (16h) a 5 de junho de 2022 / Real Fábrica Veiga (Galeria) 

 

"A escultura Orgânica-surrealista é o meu âmbito criativo e, como escultora, a minha inspiração é a natureza orgânica viva. O meu principal objetivo é criar esculturas sem fazer delas uma cópia da natureza, quero tratá-las como uma unidade de igual valor, como todos os outros organismos. As formas não lineares e a fragmentação da superfície são as características elementares do meu método criativo.

Uso a desconstrução, que deve ser entendida não como aniquilação ou caos, mas como reagrupamento criativo de componentes escolhidos, tratando a omissão fragmentária da superfície e a exposição interna da construção em si. Para mim, é formalmente atraente e surrealmente rica a união do espaço externo com o interior de uma escultura

Esta exposição desconstroi e influencia a escala e a hierarquia de choques de claro-escuro, que altera o contorno de uma escultura na sua rotação em torno do eixo, fazendo com que as obras percam o seu caráter comum e “bonito”.  As "conchas" das minhas esculturas não têm equivalente no mundo real. No seu interior têm uma estrutura geometricamente lógica que suporta a carga com seções e nervuras. Quero que elas tenham ordem matemática, como por exemplo proporção áurea.

Os meus trabalhos são criados principalmente em plástico e outros materiais artificiais. Utilizo resinas epóxi combinadas com fibra de vidro e cargas. Também uso cerâmica. Às vezes, experimento combinar as duas técnicas.

"Jamik I", "Jamik II", "Através do vento", "Contra o vento", "Instrumental I", "Instrumental II", "Em crise", "Após a crise", "Linha reta", "Harmonia incompleta", "Erato”... estes são os títulos dos meus trabalhos. São nomes como os que damos às crianças. À medida que a criança cresce, o nome distingue-a de outras. Cada espetador pode dar o nome às esculturas à sua maneira. Por isso, peço que escreva o seu nome nas minhas esculturas ao lado do nome dado por mim. Talvez assim eu possa ver minhas esculturas através dos seus olhos.

Beata Kotecka (Covilhã, Portugal, 1 de abril de 2022)

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Mais Informações:

Horário:
De terça a domingo, das 10h-13h e das 14h30-18h

Localização:
Núcleo da Real Fábrica Veiga / Centro de Interpretação dos Lanifícios
Calçada do Biribau, s/n
6200-001 Covilhã -- Portugal


Exposição coletiva integrada na 4ª Edição das Jornadas de Investigação em Artes / i*A 2022

Janela da Diversidade

Doutorandos do 2º Ano em Media Artes,
com a coordenação de Francisco Paiva e Manuela Penafria

18 Maio > 24 de Maio 2022 | Real Fábrica de Panos

 

A exposição coletiva intitulada Janela da Diversidade, decorrerá na Galeria da Real Fábrica de Panos (Museu de Lanifícios da UBI), entre os dias 18 e 24 de maio de 2022.

Esta mostra artística integra-se na programação da 4ª edição das Jornadas de Investigação em Artes / i*A 2022, organizada pelos Doutorandos do 2º Ano em Media Artes, com a coordenação dos professores Francisco Paiva e Manuela Penafria, bem como na comemoração do Dia Internacional dos Museus 2022.

Esta exposição de trabalhos artísticos decorre em paralelo com a restante programação das Jornadas, que, à semelhança das edições anteriores, incide sobre a apresentação e discussão de resultados e problemas de investigação nos diversos campos artísticos, e envolve a participação e comunicação de artistas e investigadores convidados/as, bem como dos/as próprios/as doutorandos/as do 2º ano.

Com o conceito de "diversidade" presente a vários títulos e de forma transversal no programa de doutoramento em Media Artes, esta exposição parece ser o meio adequado para dar visibilidade ao desenvolvimento de obras artísticas associadas à reflexão e à pesquisa de doutoramento, onde o pensar e o fazer artístico se nutrem reciprocamente. Nesta edição das jornadas conta-se com a participação de diversos investigadores e artistas de múltiplas nacionalidades que apresentarão as suas obras em pontos emblemáticos da Universidade da Beira Interior, como no Museu de Lanifícios, Auditório de Comunicações orais e na Bilbiloteca Central. 

Doutorandos do 2º ano em Media Artes, 2022


 Exposição «Design de Moda UBI 2022»

Cursos de Design de Moda da UBI

 

No dia 9 de março, às 18h, será inaugurada na Galeria da Real Fábrica Veiga a Exposição de “Design de Moda UBI 2022”, numa festa em que tod@s serão bem-vind@s.

Em mostra encontram-se os trabalhos desenvolvidos por alunos do DESIGN MODA UBI em diferentes fases de seu percurso de formação (licenciatura e mestrado). Para os futuros designers é um “reolhar” sobre si mesmos, sobre a profissão e as muitas tramas que formam um designer na atualidade, com arte, comunicação, conhecimento, reflexão e responsabilidade. 

A exposição tem entrada livre e estará patente ao público até ao dia 3 de abril.

Fonte: Rafaela Norogrando (Diretora da licenciatura em Design de Moda da UBI)


Elas ao Som da Fábrica

 

19 de janeiro (14h-18h)| Na Real Fábrica de Panos

A turma finalista do curso de Ciências da Cultura da Universidade da Beira Interior anuncia a terceira edição do Elas ao Som da Fábrica com o mote Fios do Tempo, a realizar no dia 19 de janeiro, entre as 14h00 e as 18h00, na Faculdade de Artes e Letras (FAL) e no Núcleo da Real Fábrica de Panos do Museu de Lanifícios.

A decorrer entre o pátio da Parada e o acesso à FAL, o evento pretende homenagear as antigas e atuais operárias fabris da região.

Esta edição Fios do Tempo abarca três momentos distintos:

  1. Uma Exposição fotográfica, que mostrará as diferenças temporais do espaço fabril, na Galeria da Real Fábrica de Panos até 30 de janeiro;
  2. Um Momento Musical, que pretende representar a amizade entre trabalhadores/as nos poucos períodos de descanso por via da música, interpretado por estudantes da EPABI e, por último;
  3. Um Documentário que reúne um conjunto de relatos na primeira pessoa sobre as vivências na fábrica.

Assim, o «Elas ao Som da Fábrica III» continuará a preservar vivências e memórias de mulheres que dedicaram a sua vida profissional às fábricas de lanifícios da região. Memórias que ficarão presas aos fios do tempo.

O evento terá acesso livre, mas é necessária inscrição, marcação de horário de visita e implica a apresentação de um de dois documentos: certificado de vacinação contra a Covid-19 ou teste negativo à Covid-19, no próprio dia ou no dia anterior ao evento.

Para mais informações, aceda ao Elas ao Som da Fábrica no Facebook e no Instagram.