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PENINSULARES 

4ºs Encontros Ibéricos de Arte Têxtil Contemporânea

14 JUL a 30 SET 2023 | Covilhã

Portugal e Espanha, dois territórios nos quais o setor têxtil teve, e tem, uma extrema importância não só no âmbito económico, mas também nas vertentes social, cultural, patrimonial e artística, são o ângulo aglutinador para o Peninsulares – 4ºs Encontros Ibéricos de Arte Têxtil Contemporânea, que de 14 de julho a 30 de setembro 2023 reúne na Covilhã – posteriormente, em outubro e novembro, também em Cáceres – algumas das melhores propostas da arte têxtil contemporânea, portuguesa e espanhola.

Peninsulares tem inauguração agendada para o próximo dia 14 de julho, pelas 17h00, em dois espaços museológicos do Museu de Lanifícios: com início na Real Fábrica de Panos e a prosseguir e concluir na Real Fábrica Veiga.

Promovida pela Ideias Emergentes / Bienal Contextile do lado português e Indigo Proyectos e várias associações regionais e estatais do lado espanhol, o Peninsulares tem curadoria de Cláudia Melo (bienal Contextile, Portugal) e Lala de Dios ( Indigo Estudio Textil, Espanha), e vai apresentar obras de Alexandre Camarao (pt), Altina Mar (pt), Ana Rita Albuquerque (pt), Celia Eslava (es), Irene Infantes (es), Leonor Serrano Rivas (es), Luisa Donaire (es), Soledad Santisteban (es), Susana Arce (es), Susana Cereja (pt), Tiago Pereira (pt) e Vanessa Barragão (pt), bem como das artistas em residência Patrícia de Oliveira (pt) e Ana Musma (es), que produzem uma obra artística em torno da lã, em forma de site specific no Museu de Lanifícios, e Asunción Molinos Gordo (es) e Patrícia Geraldes (pt), no Museu VOSTEL, em Malpartida / Cáceres.

Para além da exposição de arte têxtil contemporânea no Museu de Lanifícios, os 4ºs Peninsulares, que têm os Territórios de lã(na) como referência e referente, procuram dar a conhecer o trabalho de doze artistas (6 portugueses e 6 espanhóis), em dois momentos distintos, na Covilhã, Portugal, e em Cáceres, Espanha, para além de quatro residências artísticas (duas na Covilhã e duas em Cáceres), mas também promovendo workshops e a participação dos artistas e curadores nos seminários TextileTalks, bem como a participação especial no FIADA, com mercadinho, workshopsTextileTalks.


Promotores: IDEIAS EMERGENTES, INDIGO PROYECTOS
Parceiros de projeto: Museu dos Lanifícios UBI, Museu Vostel, Diputacion de Caceres
Co-Financiamento: DGArtes/MC
Apoios e Parcerias: Município da Covilhã, PICE, Embaixada de Espanha, NewHandLab, Burel Factory

Mais informação em: www.peninsulares.eu   


Exposição Têxtil

Malva

Coletivo Siroco

De 17 de junho a 8 de julho | Real Fábrica Veiga

 

Sábado, 17 de junho, a partir das 17h30, inaugura no Museu de Lanifícios da Universidade da Beira Interior a exposição Malva, desenvolvida pelo Coletivo Siroco, e que revela o resultado de um trabalho de investigação sobre tingimentos naturais através da exploração dos seus vários potenciais.

A ocupar a Galeria de Exposições da Real Fábrica Veiga, Malva estará patente até ao dia 8 de julho, e será acompanhada por atividades paralelas que incluem oficinas, visitas guiadas e conversas com oradores da área têxtil. Adicionalmente, o dia 13 de junho será marcado por uma oficina de tingimentos têxteis no âmbito do evento Vieira da Silva em Festa no Jardim das Amoreiras, em Lisboa, assim como por uma apresentação do projeto e do seu blog oficial.

Sobre o Projeto Malva

Malva é o culminar de um projeto de pesquisa e criação, desenvolvido pelo Siroco, coletivo artístico que atua na área da história sociocultural ligada ao têxtil. Iniciado em 2021, o projeto tem uma forte componente de experimentação, que se reflete no significado do seu nome, uma alusão direta à descoberta acidental do primeiro corante sintético: a mauveína. 

Em resposta às problemáticas enfrentadas pela prática contemporânea de tinturaria natural, como a complexidade dos processos químicos, o difícil acesso ao conhecimento e a gestão por vezes contraditória de aspetos ambientais relacionados, o projeto sistematizou processos de tingimento a partir de três fontes de corantes naturais: os produzidos industrialmente, os contidos em plantas reconhecidas historicamente pelos seus poderes tintureiros, e os extraídos de resíduos da indústria agrícola.

exposição Malva reflete os resultados desta sistematização através de uma série de painéis têxteis de fibras naturais que têm como base tapetes tecidos por José Couto, um dos últimos tecelões a trabalhar de forma artesanal na aldeia de Trinta, na Serra da Estrela.

Cada painel revela formas alusivas ao universo da produção têxtil e às experiências do coletivo no terreno, elaboradas com tecidos tingidos ao longo do processo de investigação. Servindo também como mostruários de cor, os painéis representam uma variedade de técnicas de tingimento, corantes extraídos de diferentes plantas em várias regiões, assim como uma seleção de extratos naturais. Destaca-se também um Gabinete de Curiosidades que expõe formas concebidas por autores convidados e elaboradas através do uso de fibras e processos de tingimento naturais.

Por último, estão programadas uma série de atividades paralelas, incluindo um passeio acerca do passado têxtil de Meios, uma oficina de impressão botânica na aldeia de Trinta, e uma finissage com visita guiada à exposição. De destacar ainda uma conversa sobre os caminhos históricos e práticas atuais do têxtil e tinturaria na Casa de Cultura de Famalicão da Serra.

Apresentação do Projeto Malva, Lançamento do Blog Oficial e Oficina

13 de junho (Terça-feira) | 11h-17h > Entrada livre

11h00 – 13h00: oficina de tinturaria natural animada pelo Coletivo Siroco
16h00 – 17h00: apresentação do Projeto Malva e lançamento do blog oficial

Vieira da Silva em Festa 2023 – Mundo Bicho, Museu Arpad Szenes – Vieira da Silva. Casa-atelier. Jardim da praça das Amoreiras & outros espaços (Praça das Amoreiras, 56, Lisboa)

17 de junho (Sábado) | 17h30 > Entrada livre

Inauguração da Exposição Malva com a presença das autoras, patente até 8 de Julho de 2023

Museu de Lanifícios da UBI- Real Fábrica Veiga (Calçada do Biribau, s/nn, ao Parque da Goldra, Covilhã)

Programação Paralela com a presença das autoras | De 6 a 9 de julho de 2023

6 de julho (quinta-feira) | Freguesia de Meios  > Entrada livre

16h00 – 18h00: Passeio acerca do passado têxtil de Meios, incluindo visita ao Museu de Tecelagem, râmolas e lavadouro; identificação e recolha de plantas.

18h00 – 19h00: Lanche e conversa, com a antropóloga Daniela Guerreiro, na Escola Primária de Meios.

7 de julho (sexta-feira) | Freguesia de Trinta  > Entrada livre

14h00 – 16h00:Ponto de encontro na Bomba de Gasolina de Trinta, seguindo para visita ao Engenho de Marrocos com oficina de impressão botânica.
16h00 – 17h00:: Visita ao atelier de tecelagem de José Couto.
17h00 – 18h00: Convívio na Bomba de Gasolina de Trinta.

8 de julho (sábado) | Museu de Lanifícios da UBI - Real Fábrica Veiga (Covilhã) > Entrada livre

10h00 – 13h00: Conversa e partilha à volta da tinturaria natural, apresentação do Projeto Malva e apresentação do texto: "Cor domesticada: o tingimento e a importância social do preto em Portugal (sécs. XVI-XIX)" de Luís Gonçalves Ferreira. Conversa orientada por Andréia Felix (Responsável do serviço educativo do Museu de Lanifícios).

15h00 – 18h00: Finissage e visita guiada da exposição Malva com a presença das autoras.

9 de julho (domingo) | Casa da Cultura, Famalicão da Serra  > Entrada livre

17h00 – 19h00: Conversa “Têxtil e tinturaria, caminhos históricos e práticas actuais”
Orientada pela antropóloga Daniela Guerreiro, investigadora em Antropologia da Economia e do Trabalho no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, Universidade de Lisboa e com a participação dos oradores:
Paula Nabais: Investigadora no Departamento de Conservação e Restauro e no
Laboratório Associado para a Química Verde, na Universidade NOVA de Lisboa.
Joana Sequeira: Investigadora de História Medieval Têxtil na Universidade do Minho.
Rui Tomás: Designer e Diretor Criativo da Burel Factory

 

Coletivo Siroco

Malva é um projeto de investigação realizado pelo Siroco, coletivo artístico fundado em Lisboa em 2018 e composto por Anafaia Supico (artista têxtil), Begoña Claveria (ilustradora e designer gráfica) e Marisa Escaleira (designer têxtil e de figurinos). O coletivo tem participado em projetos de diferentes naturezas, abordando as áreas da estética e da história sociocultural ligada ao têxtil, experimentando e desenvolvendo soluções técnicas aplicadas a esta matéria.

Saiba + em: www.coletivosiroco.com 

Contato Imprensa: Anafaia Supico | coletivosiroco@gmail.com | 968 935 454

Apoios

Dgartes / República Portuguesa, Câmara Municipal de Almada / Casa da Cerca, ARS

Parceiros: Associação RDA, ArtWorks, Museu Arpad Szenes – Vieira da Silva, Museu de Lanifícios da UBI – Real Fábrica Veiga, Adega Favaios, Herdade da Pacheca, Provisório, Burel Factory.


Exposição de Artes Têxteis 

ENTRE TRAMAS 

Fátima Nina e Lídia Carneiro da Cunha 

 

De 10 de março a 13 de maio de 2023 | Real Fábrica Veiga (Galeria)

De terça a sábado, das 10h-13h e das 14h30-18h

 

No próximo dia 10 de março (sexta-feira), pelas 17h, na Galeria de Exposições da Real Fábrica Veiga do Museu de Lanifícios da UBI, acolheremos a sessão de inauguração da Exposição de Artes Têxteis ENTRE TRAMAS, de Fátima Nina e Lídia Carneiro da Cunha, que estará patente ao público até 13 de maio de 2023

Juntam-se no Museu de Lanifícios, uma beirã e uma alentejana, para expor as suas técnicas e criações têxteis muito distintas, mas onde o amor pelos têxteis se encontra bem evidenciado. 

Entre as peças exuberantes de Fátima Nina e a beleza peculiar do trabalho de Lídia Cunha, esta mostra apresenta um incontestável poder de comunicação de fios que se entrelaçam pelas mãos de duas inspiradas artesãs. Com toques muito pessoais e uma forte inspiração nas fibras naturais, nas tradições, na história dos têxteis e da moda, Lídia e Fátima trazem-nos peças únicas, singularmente belas, que provocam uma profunda reflexão e nos remetem para mundos distantes. 

O trabalho de Fátima Nina caracteriza-se pela composição de formas escultóricas em que os tecidos em algodão, lã ou linho, recolhidos de arcas de um passado vivido em torno dos têxteis, são reciclados e apresentados como roupagens que vestem personagens em figuras estilizadas.  

Já a Lídia Cunha trabalha em tear manual, usando, sobretudo, mas não exclusivamente, fibras provenientes de lamas andinas. “Nuna” foi o termo escolhido pela artista para designar o conjunto de sua obra. Trata-se de uma palavra que em quéchua tem significado amplo e imaterial que se poderia resumir em “Alma” ou “o espírito das coisas”. É assim que o tradicional das culturas andinas e o moderno da inspiração de Lídia se unem para criar peças plenas de emoção e beleza. 

Fátima Nina 

Nasceu a 7 de maio de 1961, em Lisboa. Fez o curso de Design de Moda, no CITEM, em Lisboa, tendo efetuado estágio na Esmod Guerre Lavigne, em Paris. Trabalhou como estilista em Lisboa e no Porto, tendo participado em diversos certames de moda nacionais e internacionais. Em 1987, regressa à Covilhã, trabalhou como formadora em história da moda e dedicou-se à exploração de várias técnicas no âmbito da escultura têxtil com recurso recorrente de materiais recicláveis. Participou em várias exposições individuais e coletivas, de que se destacam na Covilhã, o Museu de Lanifícios, o Museu do Sabugal, a Casa dos Magistrados, o H2O Hotel e a Tinturaria - Galeria de Exposições; em Oliveira do Hospital, a Pousada de Santa Bárbara; em Coimbra, a Coimbra Business School | ISCAG;  e, em Lisboa, o Welcometoart - Art Gallery, o Palácio de Rio Frio, na Arquitectamos, e Lisboa Rios Restaurante.  Integrou a 12ª Esposicione Internazionale "100 Presepi", em Roma, onde ganhou o 1º Prémio na categoria "Presepi Esteri". 

Lídia Carneiro da Cunha 

Nasceu a 7 de abril de 1960, no Alentejo. Formada em Economia, viveu e trabalhou em diversos países. Em 2018, na Argentina, reinventou-se como artesã têxtil, tendo frequentado o Centro Integral de Arte Têxtil, com a Professora Ana Mazzoli. Apaixonada pelas técnicas têxteis ancestrais de tear e do mundo andino, começou a criar peças elaboradas com fibras naturais de “llama” e ovelha.  
São peças feitas à mão. São exclusivas e únicas. Nelas estão tecidos os pensamentos e emoções com os fios vivos que se entrelaçam. 
Foi um novo começo em que o passado tem a ver com o nosso presente e futuro. 
A marca NUNA, que em língua quéchua significa o espírito das coisas, o imaterial, o alento, a vida, em suma a Alma, está refletida neste trabalho.
Cada peça é única. Cada uma delas contém o sentimento dos fios naturais andinos que, entrelaçados com os meus próprios sentimentos, reflete o encontro das tradições têxteis ancestrais com o tempo contemporâneo, manifestando a beleza do imperfeito” (Lídia Carneiro da Cunha, março, 2023)

O acesso à exposição é livre, gratuito e para todas as idades, e pode ser visitada de terça a sábado, das 10h às 13h e das 14h30 às 18h, até 13 de maio de 2023.

Ver Cartaz  Convite


 

Women of Mathematics from around the world – A gallery of portraits

De 10 a 18 de março de 2023 | Galeria da Real Fábrica de Panos

A Universidade da Beira Interior (UBI) recebe a exposição Women of Mathematics from around the world – A gallery of portraits, uma exibição que recorre a fotografia e entrevistas para demonstrar a perspetiva de mulheres matemáticas de todo o mundo.

A exposição, com curadoria de Sylvie Paycha e Noel Tovia Matoff, é coordenada pelo docente da UBI, Hélder Vilarinho, com o apoio do Departamento de Matemática e do Centro de Matemática e Aplicações.

O projeto, que integra as celebrações do Dia Internacional das Mulheres e Raparigas na Ciência, que se assinala dia 10 de fevereiro, do Dia Internacional da Mulher (8 de março) e do Dia Internacional da Matemática (14 de março), poderá ser visitado entre os dias 10 de fevereiro e 18 de março na Galeria da Real Fábrica de Panos, do Museu de Lanifícios da UBI, com extensões na Biblioteca Central da UBI e Bloco VI (Departamento de Matemática).

Ver Cartaz

Saber + em: https://womeninmath.net/ 


 

Exposição de Artes Plásticas

Círculo Mágico

Didático Obscuro (Luísa Abreu e Maria Bernardino)

 

De 11 de fevereiro a 4 de março de 2023 | Galeria da Real Fábrica Veiga 

Inauguração > 11 FEV * 17h00
 

Círculo Mágico é um trabalho da dupla Didático Obscuro, resultante de uma residência na Burel Factory em Manteigas, com o apoio da F. C. Gulbenkian. É também o termo utilizado por Johan Huizinga, no seu livro Homo Ludens, para descrever espaços onde as regras do real são suspensas e substituídas pela realidade artificial do mundo do jogo. Nesta residência, as didáticas obscuras trabalharam a partir da lã da Serra da Estrela - maioritariamente com burel - criando um espaço que convida o público a entrar numa atmosfera colorida e divertida que lembra uma espécie de playground, ativando assim as peças e a emoção de jogar.
 

Didático Obscuro é o coletivo formado por Luísa Abreu e Maria Bernardino iniciado em 2020, que coloca ideias sobre jogo e intenções lúdicas no centro da prática artística - o jogo como um território circunscrito que se cria entre pessoas, enquanto se procura uma cadência nas jogadas intercaladas. Com recurso aos mais diferentes meios, as didáticas procuram apresentar formas de cruzar o fazer artístico com outros contextos, envolvendo o público como elemento fundamental na ativação das peças, ao mesmo tempo que tentam compreender o sentido de colaboração enquanto dupla. Em 2021 realizaram uma residência artística com a Thirdbase Studio, em Lisboa, onde trabalharam a partir do contexto específico desta residência - um quarto de hotel - para o qual criaram uma história policial e uma série de objetos artísticos que colocam em jogo o hóspede, o escritor, o mundo da arte, a realidade e a ficção. Nesse mesmo ano integraram a exposição "Comunidade", na Plataforma Revólver, e expuseram na Galeria Exteril, "O Gabinete Dourado": um jogo obscuro composto por 40 cartas que lidam com poderes oraculares. A convite do projeto Paralaxe, publicaram o ano passado o jornal Espetacular Fenómeno Luminoso, onde se fazem passar por uma equipa de investigadoras que descobre um estranho fenómeno no céu do Monte da Virgem, em V. N. Gaia. Em janeiro deste ano expuseram "Vais por aí?", na galeria Ocupa, e "Assim vamos bater de frente", no Campanice. Nestas exposições, que decorreram em simultâneo em espaços independentes do Porto, as didáticas procuraram questionar o sentido do seu trabalho a dois, estabelecendo um diálogo entre os dois espaços e jogando com o uncanny de um quem é quem e da sua imagem fundida.

Apoio Financeiro: Fundação Calouste Gulbenkian
Parceiro de Residência: Burel Factory (Manteigas)
Parceiros de Logística e Acolhimento: ARS Investigação e Desenvolvimento e Museu de Lanifícios da UBI

Saiba + em : www.ars-id.org


 

 Design? Design!

Exposição dos Cursos de Design da Faculdade de Artes e Letras da UBI

De 6 de dezembro 2022 a 5 de fevereiro 2023 | Real Fábrica Veiga

 

Design? Design! propõe um conjunto de atividades que incluem um desfile, exposições, visitas guiadas, workshops, conferências e aulas abertas.
O evento é organizado pelos cursos da Faculdade de Artes e Letras da Universidade da Beira Interior (FAL-UBI), Design Multimedia, Design de Moda, Design Industrial e Design e Desenvolvimento de Jogos Digitais.
Design? Design! tem início no dia 6 de dezembro (terça-feira), às 17h00, no Museu de Lanifícios (Núcleo da Real Fábrica Veiga) com a inauguração de uma exposição coletiva organzada pelos alunos dos cursos de Design da UBI.
às 18h00, inicia-se o desfile de Moda com o tema Orange Day, dedicado à Eliminação da Violência Contra as Mulheres e Meninas.

A exposição está patente ao público na Real Fábrica Veiga até 5 de fevereiro de 2023.

Ver Convite e Cartaz.


  

Exposição Documental em Homenagem

Duarte de Almeida Cordeiro Simões (1927-1979): diretor do Instituto Politécnico da Covilhã (1974-1979)

 

De 26 de outubro de 2022 a 8 de janeiro de 2023 | Galeria da Real Fábrica de Panos

 

A Universidade da Beira Interior, com a Curadoria de Francisco Geraldes e o apoio técnico do Museu de Lanifícios da UBI, organizou uma Exposição Documental em homenagem ao primeiro e único Diretor do Instituto Politécnico da Covilhã, Dr. Duarte de Almeida Cordeiro Simões (1927-1979), que, entre 1973 e 1979, foi uma das incontornáveis figuras da criação do Ensino Superior na cidade.

A inauguração e abertura da exposição decorreu no âmbito da cerimónia de Abertura Solene do Ano Académico 2022/2023 da Universidade da Beira Interior (UBI) no dia 26 de outubro (quarta-feira), no Anfiteatro das Sessões Solenes (Polo I).

A evocação de Duarte Simões foi efetuada por outra personalidade que está também na história da UBI: Elisa Calado Pinheiro, fundadora e primeira diretora do Museu de Lanifícios, estrutura que nasceu na zona do Polo I, e que preserva os espaços das setecentistas Real Fábrica de Panos e da Real Fábrica Veiga. 

Também foi entregue a medalha comemorativa à viúva de Duarte Simões, e mais tarde, seguiu-se o lançamento da medalha comemorativa Dr. Duarte Simões.

Ver Ficha Técnica Cartaz.

Ver Biografia e Cronologia da vida e obra de Duarte Simões (1927-1979).


 Exposição de Fotografia

O Património da Covilhã - Um Outro Olhar

de Manuel Ferreira Rodrigues (Universidade de Aveiro)

 

Entre 6 de abril e 4 de novembro, está patente ao público a Exposição de Fotografia Documental O Património da Covilhã - Um Outro Olhar, de Manuel Ferreira Rodrigues (Universidade de Aveiro). A Mostra integra-se no Programa do V Encontro «Indústria, História e Património» (6-8 de Abril).

Trata-se de um conjunto de trinta fotografias, a preto e branco e a cores, que retratam o "olhar" de Manuel Ferreira Rodrigues perante o rico e singular património edificado da Covilhã, evidenciando o património industrial implantado junto às duas ribeiras, a sul e a norte da cidade, e no centro histórico. Também se pode apreciar no centro a antiga judiaria e vislumbrar os testemunhos medievais e quinhentistas ainda patentes nas suas velhas e sinuosas ruelas. Ao longo deste trajeto em imagens, tropeça-se na arte urbana do Wool que tem por mote o passado industrial da Covilhã, Cidade Fábrica.

Saiba + sobre Manuel Ferreira Rodrigues

Ver Cartaz

Datas
De 6 de abril a 4 de novembro de 2022

Horário
De terça a domingo, das 10h-13h e das 14h30-18h

Acesso
Entrada livre e gratuita


Desconstrução e Surrealismo Deconstruction and Surrealism

Exposição de Esculturas e Fotografias de Exhibition of Sculptures and Photographs of

Beata Kotecka

Universidade A. Mickiewicz, Polónia (Mobilidade Erasmus na UBI)

 

De 1 de abril (16h) a 5 de junho de 2022 / Real Fábrica Veiga (Galeria) 

 

"A escultura Orgânica-surrealista é o meu âmbito criativo e, como escultora, a minha inspiração é a natureza orgânica viva. O meu principal objetivo é criar esculturas sem fazer delas uma cópia da natureza, quero tratá-las como uma unidade de igual valor, como todos os outros organismos. As formas não lineares e a fragmentação da superfície são as características elementares do meu método criativo.

Uso a desconstrução, que deve ser entendida não como aniquilação ou caos, mas como reagrupamento criativo de componentes escolhidos, tratando a omissão fragmentária da superfície e a exposição interna da construção em si. Para mim, é formalmente atraente e surrealmente rica a união do espaço externo com o interior de uma escultura

Esta exposição desconstroi e influencia a escala e a hierarquia de choques de claro-escuro, que altera o contorno de uma escultura na sua rotação em torno do eixo, fazendo com que as obras percam o seu caráter comum e “bonito”.  As "conchas" das minhas esculturas não têm equivalente no mundo real. No seu interior têm uma estrutura geometricamente lógica que suporta a carga com seções e nervuras. Quero que elas tenham ordem matemática, como por exemplo proporção áurea.

Os meus trabalhos são criados principalmente em plástico e outros materiais artificiais. Utilizo resinas epóxi combinadas com fibra de vidro e cargas. Também uso cerâmica. Às vezes, experimento combinar as duas técnicas.

"Jamik I", "Jamik II", "Através do vento", "Contra o vento", "Instrumental I", "Instrumental II", "Em crise", "Após a crise", "Linha reta", "Harmonia incompleta", "Erato”... estes são os títulos dos meus trabalhos. São nomes como os que damos às crianças. À medida que a criança cresce, o nome distingue-a de outras. Cada espetador pode dar o nome às esculturas à sua maneira. Por isso, peço que escreva o seu nome nas minhas esculturas ao lado do nome dado por mim. Talvez assim eu possa ver minhas esculturas através dos seus olhos.

Beata Kotecka (Covilhã, Portugal, 1 de abril de 2022)

Ver Cartaz

Mais Informações:

Horário:
De terça a domingo, das 10h-13h e das 14h30-18h

Localização:
Núcleo da Real Fábrica Veiga / Centro de Interpretação dos Lanifícios
Calçada do Biribau, s/n
6200-001 Covilhã -- Portugal


Exposição coletiva integrada na 4ª Edição das Jornadas de Investigação em Artes / i*A 2022

Janela da Diversidade

Doutorandos do 2º Ano em Media Artes,
com a coordenação de Francisco Paiva e Manuela Penafria

18 Maio > 24 de Maio 2022 | Real Fábrica de Panos

 

A exposição coletiva intitulada Janela da Diversidade, decorrerá na Galeria da Real Fábrica de Panos (Museu de Lanifícios da UBI), entre os dias 18 e 24 de maio de 2022.

Esta mostra artística integra-se na programação da 4ª edição das Jornadas de Investigação em Artes / i*A 2022, organizada pelos Doutorandos do 2º Ano em Media Artes, com a coordenação dos professores Francisco Paiva e Manuela Penafria, bem como na comemoração do Dia Internacional dos Museus 2022.

Esta exposição de trabalhos artísticos decorre em paralelo com a restante programação das Jornadas, que, à semelhança das edições anteriores, incide sobre a apresentação e discussão de resultados e problemas de investigação nos diversos campos artísticos, e envolve a participação e comunicação de artistas e investigadores convidados/as, bem como dos/as próprios/as doutorandos/as do 2º ano.

Com o conceito de "diversidade" presente a vários títulos e de forma transversal no programa de doutoramento em Media Artes, esta exposição parece ser o meio adequado para dar visibilidade ao desenvolvimento de obras artísticas associadas à reflexão e à pesquisa de doutoramento, onde o pensar e o fazer artístico se nutrem reciprocamente. Nesta edição das jornadas conta-se com a participação de diversos investigadores e artistas de múltiplas nacionalidades que apresentarão as suas obras em pontos emblemáticos da Universidade da Beira Interior, como no Museu de Lanifícios, Auditório de Comunicações orais e na Bilbiloteca Central. 

Doutorandos do 2º ano em Media Artes, 2022


 Exposição «Design de Moda UBI 2022»

Cursos de Design de Moda da UBI

 

No dia 9 de março, às 18h, será inaugurada na Galeria da Real Fábrica Veiga a Exposição de “Design de Moda UBI 2022”, numa festa em que tod@s serão bem-vind@s.

Em mostra encontram-se os trabalhos desenvolvidos por alunos do DESIGN MODA UBI em diferentes fases de seu percurso de formação (licenciatura e mestrado). Para os futuros designers é um “reolhar” sobre si mesmos, sobre a profissão e as muitas tramas que formam um designer na atualidade, com arte, comunicação, conhecimento, reflexão e responsabilidade. 

A exposição tem entrada livre e estará patente ao público até ao dia 3 de abril.

Fonte: Rafaela Norogrando (Diretora da licenciatura em Design de Moda da UBI)


Elas ao Som da Fábrica

 

19 de janeiro (14h-18h)| Na Real Fábrica de Panos

A turma finalista do curso de Ciências da Cultura da Universidade da Beira Interior anuncia a terceira edição do Elas ao Som da Fábrica com o mote Fios do Tempo, a realizar no dia 19 de janeiro, entre as 14h00 e as 18h00, na Faculdade de Artes e Letras (FAL) e no Núcleo da Real Fábrica de Panos do Museu de Lanifícios.

A decorrer entre o pátio da Parada e o acesso à FAL, o evento pretende homenagear as antigas e atuais operárias fabris da região.

Esta edição Fios do Tempo abarca três momentos distintos:

  1. Uma Exposição fotográfica, que mostrará as diferenças temporais do espaço fabril, na Galeria da Real Fábrica de Panos até 30 de janeiro;
  2. Um Momento Musical, que pretende representar a amizade entre trabalhadores/as nos poucos períodos de descanso por via da música, interpretado por estudantes da EPABI e, por último;
  3. Um Documentário que reúne um conjunto de relatos na primeira pessoa sobre as vivências na fábrica.

Assim, o «Elas ao Som da Fábrica III» continuará a preservar vivências e memórias de mulheres que dedicaram a sua vida profissional às fábricas de lanifícios da região. Memórias que ficarão presas aos fios do tempo.

O evento terá acesso livre, mas é necessária inscrição, marcação de horário de visita e implica a apresentação de um de dois documentos: certificado de vacinação contra a Covid-19 ou teste negativo à Covid-19, no próprio dia ou no dia anterior ao evento.

Para mais informações, aceda ao Elas ao Som da Fábrica no Facebook e no Instagram.