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 Exposição de Fotografia

Rota da Seda

entre o Oriente e a Europa

José Luís Santos Professor de História, Fotógrafo e Viajante

com o apoio do Departamento de Letras da UBI

 

30 de maio a 8 de Setembro de 2019 | Real Fábrica Veiga (Galeria)

Inauguração: 30 de maio (18h)

 

Entre 30 de maio e 8 de setembro, na Galeria da Real Fábrica Veiga, vai estar patente ao público a exposição de fotografia Rota da Seda_entre o Oriente e a Europa, de José Luís Santos, professor de História, fotógrafo e, como se descreve, viajante, que registou, em fotografia, alguns dos locais do comércio da seda desta rota milenar, enquanto pontos cruciais de interseção de povos, de culturas e de civilizações.

A sessão de inauguração decorrerá no dia 30 de maio, pelas 18h00, conta com a presença do autor e a participação é livre para todos os interessados neste tema da história mundial e nesta forma de expressão artística.

O acesso áà exposição é livre, gratuito e para todas as idades, e pode ser visitada de terça a domingo, das 9h30 às 12h e das 14h30 às 18h.

 

Sinopse da exposição

"A Rota da Seda desdobrava-se num conjunto de percursos que uniam o Extremo Oriente ao mar Mediterrâneo, atravessando a maior parte do mundo atéaíconhecido para vender este e outros produtos aos comerciantes europeus. Desde o séc. I a.C. que várias caravanas percorriam terras inóspitas e desconhecidas numa distância superior a 8000 quilómetros, estabelecendo trocas comerciais e também culturais entre dois mundos tão distantes como desconhecidos um do outro. Esse foi o cerne do meu interesse por este tema.

Este projeto fotográfico foi ganhando corpo numa série de viagens realizadas ao longo de treze anos, partindo de Veneza, terra natal de Marco Polo, continuando por Istambul, cidade milenar que se estende por dois continentes, até chegar ao eixo de ligação comercial e civilizacional entre o Mundo Ocidental e o misterioso Oriente. Falo do que hoje é o Líbano, Israel e Palestina, Jordânia e também a Síria, um país que já não existe como o vivi e fotografei. Depois da minha experiência no Irão, segui pela Ásia Central, pelos territórios do Uzbequistão e Quirguistão, até chegar ao destino final, a China.

Não parti em busca do que resta do passado da Rota da Seda, mas das vidas de quem hoje aí habita, do seu dia-a-dia, cultura, dos seus sonhos, ou a visão que têm do Ocidente.

Esta exposição é, assim, um registo da condição humana ao longo de milhares de quilómetros que foram ponto de encontro de diferentes povos e culturas, em contraste com o mundo contemporâneo, em que a dificuldade do conhecimento e aceitação do outro é cada vez maior."

José Luís Santos, 2019  
joseluissantos53@hotmail.com 

Nota biográfica

Natural da Lousã, nascido em 1980, José Luís Santos é professor de História e fotógrafo. Inicia em 2000 a sua colaboração no jornal “Trevim”, quinzenário de informação local, ano em que vence o primeiro prémio e uma Menção Honrosa num concurso de fotografia. Com o dinheiro do prémio, parte pouco depois para a Europa num InterRail.

Em 2002, inicia uma nova fase da sua vida ao partir para Siena, em Itália, onde fica a viver um ano ao abrigo do programa universitário Erasmus. Nos anos seguintes, viajará com as suas câmaras por toda a Europa e Médio Oriente (Turquia, Jordânia, Síria e Egipto). No outono de 2007, parte para os Açores para aí lecionar. Aproveitará para “dar um pulo” aos Estados Unidos e, em 2009, ruma a Cuba para obter uma opinião pessoal sobre a ilha de Fidel. No ano seguinte, a Rússia será o destino escolhido. Percorreu a China em 2011 e, no ano seguinte, fascinou-se com o Irão. Apanha um barco para o Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, e passa ainda por Omã para molhar os pés no oceano Índico.

Em 2013 parte para a descoberta do Cáucaso, percorrendo a Geórgia, Arménia e Azerbaijão, além das autoproclamadas repúblicas independentes da Abecázia e do enclave de Nagorno Karabakh. Em 2014 regista o Líbano, Jordânia e Israel, território muito sensível e em eterna disputa. No ano seguinte, orientou a sua viagem para a Ásia central: Quirguistão e Uzbequistão. Nestes últimos anos, percorreu a Tailândia, Camboja e Índia, regressando também à Geórgia, China e ao Quirguistão.

É, atualmente, líder de viagem da «Fotoadrenalina», um projecto fotográfico que promove experiências por todo o mundo.

Ver Cartaz e E_convite

Datas
De 30 de maio a 8 de setembro de 2019

Horário
De terça a domingo, das 9h30-12h00 e 14h30-18h00

Local
Museu de Lanifícios da UBI / Núcleo da Real Fábrica Veiga
Calçada do Biribau, s/n (ao Parque da Goldra), 6201-001 Covilhã -- Portugal
GPS: 40º16'37''N 7º30'29'' W

Contactos
Telefone: + 351 275241411 / 410 | E-mail: muslan@ubi.pt


 Exposição / Instalação

Draperies

De João Castro Silva

De 8 de fevereiro de 2018 a 7 de fevereiro de 2019 | na Real Fábrica Veiga

Inauguração: 8 de fevereiro de 2018 (17h00-18h30)

Draperies

Em escultura, por draperie entende-se todo o tipo de indumentárias ou tecidos que representem conjuntos de pregas. Intimamente ligado à representação do corpo humano, as draperies contribuem para a caracterização individual de caracteres. A dinâmica da draperie e a sua capacidade expressiva têm sido continuamente explorados pelos escultores na diferenciação de tipo humanos, proporções, gestos e atitudes.

As draperies acentuam também a perceção de movimento e criam uma maior quantidade de zonas de luz e de sombra sem as quais uma escultura poderá não ter mais que uma tonalidade uniforme de cinzentos.

A plasticidade natural dos tecidos e a possibilidade de com eles se criar uma enorme variedade de tonalidades, fruto da relação entre côncavos, convexos e a luz, permite a exploração do claro/escuro no tratamento de superfícies escultóricas.

João Castro Silva, 2017

Ver Cartaz e Convite

Consultar a Folha de Sala aqui

Local
Museu de Lanifícios da UBI / Núcleo da Real Fábrica Veiga (Área Arqueológica)
Calçada do Biribau, s/n (ao Parque da Goldra), 6201-001 Covilhã
GPS40º 16' 37" N 7º 30' 29" W  

Datas
De 8 de fevereiro de 2018 a 7 de fevereiro de 2019

Horário
De terça a domingo, das 9h30 às 12h00 e das 14h30 às 18h00

Condições de acesso
Entrada livre e gratuita


Instalação artística

Corrente, de Micaela de Vivero

 

Desde 24 de abril de 2018 | Real Fábrica de Panos (Tanque de Água)

 

A existência de abundantes cursos de água na covilhã foi uma das razões fundamentais para a implantação da indústria têxtil na cidade. Por esta razão, durante este mês de residência artística no Museu de Lanifícios da Universidade da Beira Interior, olhei para o uso e o recurso da água.

Com esta obra, intitulada Corrente, quero salientar a importância da água no processo de criação têxtil, assim como a beleza do espaço do tanque de água, uma estrutura arquelógica preservada. Com cor e direcionalidade, quero criar a possibilidade de imaginários sobre a presença iminente da água.

Micaela de Vivero (24 de abril de 2018)

Nota biográfica

Micaela de Vivero é natural do Equador e reside atualmente em Ohio, nos E.U.A., onde é professora na Universidade de Denison. O seu trabalho tem sido exposto, individual e coletivamente, em vários países: Equador, Colômbia, Brasil, E.U.A., Espanha, Portugal, Irlanda, Finlândia, Áustria, Suíça, Bulgária, Arménia e Portugal.

Realizou, durante abril de 2018, uma residência artística no Museu de Lanifícios da Universidade da Beira Interior.

Ver Folha de sala

Local
Real Fábrica de Panos (Tanque de Água) | Rua Marquês d'Ávila e Bolama, 6201-001 Covilhã -- Portugal

Horário
De terça-feira a domingo, das 9h30 - 12h00 e das 14h30 - 18h00

Condições de ingresso
Entrada livre e gratuita