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 Exposição Documental

Heritage and GIS

When past and future meet in Arquitecture teaching

Trabalho colaborativo do Mestrado Integrado em Arquitectura (Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura da UBI), com o apoio da Câmara Municipal da Covilhã

 

De 27 de setembro a 3 de novembro de 2019 | Real Fábrica de Panos

 

A exposição HERITAGE AND GIS | When past and future meet in Architecture teaching apresenta resultados da colaboração interdisciplinar desenvolvida no âmbito das Unidades Curriculares do Mestrado Integrado em Arquitectura da Universidade da Beira Interior (Covilhã, Portugal): “Sistemas de Informação Geográfica (SIG)” e “História da Arquitectura Portuguesa II”. Desta forma são apresentadas reflexões de cariz patrimonial, trabalhadas com recurso aos SIG, patentes nos trabalhos desenvolvidos pelos alunos.

Pretende-se que esta exposição seja um elemento impulsionador de atividades de lazer, tendo a cidade da Covilhã como objecto de estudo e descoberta focada na Arte pública, Património arquitectónico religioso e Património azulejar. Por outro lado, pretende-se estimular e desenvolver nos estudantes locais, nacionais e internacionais, uma visão de conjunto patrimonial, assim como possibilitar a descoberta do significado e da significância patrimoniais no seio da Covilhã. Esta visão e descoberta é alcançada através da história, do tempo e do espaço, mas também através do repto lançado para replicar percursos e análises, patentes na exposição em tempo real, dentro da cidade.

Ana M. T. Martins, Bertha Santos, Jorge Gonçalves e Pedro G. Almeida (2019)

Ver Cartaz

Datas
De 27 de setembro a 3 de novembro de 2019

Horário
De terça a domingo, das 9h30-12h00 e das 14h30-18h00

Local
Museu de Lanifícios da Universidade da Beira Interior
Núcleo da Real Fábrica de Panos | Galeria (Corredor das Fornalhas II)
Rua Marquês d'Ávila e Bolama, 6201-001 Covilhã -- Portugal
Telefone: + 351 275 24141/410 | E-mail: muslan@ubi.pt | www.facebook.com/museu.delanificios

Acesso
Entrada livre e gratuita


 

 

 Exposição Documental

Otros verbos, nuevas lecturas: Valle-Inclán traducido [1906-1936]

 

De 18 de setembro a 4 de outubro de 2019 | Real Fábrica de Panos

 

O Departamento de Letras, em associação com o Conselho da Cultura Galega, organiza a exposição Otros verbos, nuevas lecturas: Valle-Inclán traducido [1906-1936].

A exposição evoca o trabalho de Ramón María del Valle-Inclán, figura chave da geração de 98 do século XIX, juntamente com Miguel de Unamuno. Foi um importante escritor do modernismo espanhol preconizador do "esperpento" (estilo literário espanhol marcado pela descrição grosseira e desencantada de personagens e situações), muito ligado à cultura e literatura portuguesa. Valle-Inclán foi o primeiro tradutor da obra de Eça de Queirós para espanhol.

Nas palavras do Consello da Cultura Galega:

"Entre los objetivos de esta muestra está, en primer lugar, ofrecer una síntesis de la trayectoria del escritor, divulgando su relación con el galequismo y las múltiples vías de intervención que utilizó en la política, en la cultura y en la sociedad de su tiempo; en segundo, recuperar para Galicia una imagen del escritor poco conocida, la más internacional, derivada tanto del interés de sus coetáneos por su obra como de su proceso de intervención en la difusión de esta, principalmente a través de los viajes al extranjero y de los contactos con intelectuales de muy diversos orígenes; finalmente, se pretende evocar también algunas de las imágenes, sonidos, impresiones y emociones que la obra de Valle-Inclán generó internacionalmente, no sólo entre los críticos e investigadores sino también entre sus lectores, en todas aquellas lenguas en que él mismo llegó a ver su obra traducida.

Esta muestra se presenta, así, como la primera y fructífera colaboración entre el Consello da Cultura Galega y la Cátedra Valle-Inclán de la Universidade de Santiago de Compostela, conscientes ambas instituciones tanto del valioso legado que constituye el pensamiento y obra de Valle-Inclán como de la necessidad de revisar y recuperar una figura de alto poder simbólico para el fortalecimiento de nuestra historia."

Ver Cartaz

 

Datas
De 18 de setembro a 4 de outubro de 2019

Horário
De terça a domingo, das 9h30-12h00 e das 14h30-18h00

Local
Museu de Lanifícios da Universidade da Beira Interior
Núcleo da Real Fábrica de Panos | Galeria (Corredor das Fornalhas II)
Rua Marquês d'Ávila e Bolama, 6201-001 Covilhã -- Portugal
Telefone: + 351 275 24141/410 | E-mail: muslan@ubi.pt | www.facebook.com/museu.delanificios

Condições de Ingresso
Entrada livre e gratuita


Exposição de Pintura de Mia Costa

Em Terras de África

 

De 14 de setembro a 3 de novembro de 2019 | Real Fábrica Veiga (Galeria)

 

Entre 14 de setembro e 3 de novembro, na Galeria da Real Fábrica Veiga do Museu de Lanifícios da UBI, vai estar patente ao público a exposição de pintura Em Terras de África, de Mia Costa, cuja sessão de inauguração decorrerá no próximo dia 14 de setembro, pelas 17h00, com a presença da artista.

Mia Costa é natural de Oliveira de Azeméis e reside atualmente na Covilhã.

Viveu durante vinte e dois anos em África, mais precisamente em Moçambique e em África do Sul, países que a marcaram de uma forma inesquecível. As pessoas e os lugares que conheceu manifestam-se nos cerca de trinta retratos de pessoas, animais e paisagens, em tela e em porcelana, bem como nas cores utilizadas, numa palete de tons em que abundam os castanhos, os alaranjados, os vermelhos e os amarelos que nos remetem de imediato para a canícula africana.

Para além destas vivências significantes para o seu crescimento pessoal, desde que se recorda, Mia Costa sempre manifestou um grande interesse pela pintura, muito estimulada pela mãe e, a partir dos nove anos, pela sua primeira professora de pintura.

Participou em várias exposições coletivas e individuais e em competições nacionais e internacionais de pintura em tela e em porcelana. Faz assessoria artística com a artista plástica Tania Lopes e presta formação artística no Atelier de Artes “O Baú”, na Covilhã.

O acesso à exposição é livre, gratuito e para todas as idades, e pode ser visitada de terça a domingo, das 9h30 às 12h e das 14h30 às 18h.

Ver Cartaz e E_Convite

 

Datas
De 14 de setembro a 3 de novembro de 2019

Horário
De terça a domingo, das 9h30-12h00 e 14h30-18h00

Local e Contactos
Museu de Lanifícios da UBI / Núcleo da Real Fábrica Veiga
Calçada do Biribau, s/n (ao Parque da Goldra), 6201-001 Covilhã -- Portugal
GPS: 40º16'37''N 7º30'29''W
Tel.: + 351 275241411 / 410 | E-mail:
muslan@ubi.pt | www.facebook.com/museu.delanificios


 Exposição / Instalação

Draperies

De João Castro Silva

De 8 de fevereiro de 2018 a 7 de fevereiro de 2019 | na Real Fábrica Veiga

Inauguração: 8 de fevereiro de 2018 (17h00-18h30)

Draperies

Em escultura, por draperie entende-se todo o tipo de indumentárias ou tecidos que representem conjuntos de pregas. Intimamente ligado à representação do corpo humano, as draperies contribuem para a caracterização individual de caracteres. A dinâmica da draperie e a sua capacidade expressiva têm sido continuamente explorados pelos escultores na diferenciação de tipo humanos, proporções, gestos e atitudes.

As draperies acentuam também a perceção de movimento e criam uma maior quantidade de zonas de luz e de sombra sem as quais uma escultura poderá não ter mais que uma tonalidade uniforme de cinzentos.

A plasticidade natural dos tecidos e a possibilidade de com eles se criar uma enorme variedade de tonalidades, fruto da relação entre côncavos, convexos e a luz, permite a exploração do claro/escuro no tratamento de superfícies escultóricas.

João Castro Silva, 2017

Ver Cartaz e Convite

Consultar a Folha de Sala aqui

Local
Museu de Lanifícios da UBI / Núcleo da Real Fábrica Veiga (Área Arqueológica)
Calçada do Biribau, s/n (ao Parque da Goldra), 6201-001 Covilhã
GPS40º 16' 37" N 7º 30' 29" W  

Datas
De 8 de fevereiro de 2018 a 7 de fevereiro de 2019

Horário
De terça a domingo, das 9h30 às 12h00 e das 14h30 às 18h00

Condições de acesso
Entrada livre e gratuita


Instalação artística

Corrente, de Micaela de Vivero

 

Desde 24 de abril de 2018 | Real Fábrica de Panos (Tanque de Água)

 

A existência de abundantes cursos de água na covilhã foi uma das razões fundamentais para a implantação da indústria têxtil na cidade. Por esta razão, durante este mês de residência artística no Museu de Lanifícios da Universidade da Beira Interior, olhei para o uso e o recurso da água.

Com esta obra, intitulada Corrente, quero salientar a importância da água no processo de criação têxtil, assim como a beleza do espaço do tanque de água, uma estrutura arquelógica preservada. Com cor e direcionalidade, quero criar a possibilidade de imaginários sobre a presença iminente da água.

Micaela de Vivero (24 de abril de 2018)

Nota biográfica

Micaela de Vivero é natural do Equador e reside atualmente em Ohio, nos E.U.A., onde é professora na Universidade de Denison. O seu trabalho tem sido exposto, individual e coletivamente, em vários países: Equador, Colômbia, Brasil, E.U.A., Espanha, Portugal, Irlanda, Finlândia, Áustria, Suíça, Bulgária, Arménia e Portugal.

Realizou, durante abril de 2018, uma residência artística no Museu de Lanifícios da Universidade da Beira Interior.

Ver Folha de sala

Local
Real Fábrica de Panos (Tanque de Água) | Rua Marquês d'Ávila e Bolama, 6201-001 Covilhã -- Portugal

Horário
De terça-feira a domingo, das 9h30 - 12h00 e das 14h30 - 18h00

Condições de ingresso
Entrada livre e gratuita